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Recomeços e sucessão de ciclos

A gente gosta muito de recomeços...

Novos ciclos, novas fases, ano novo, um novo caderno para um novo projeto, uma página em branco aguardando novos planos incríveis.


A novidade traz uma energia que a gente acredita que é capaz, que dessa vez vai ser tudo diferente, vai ser melhor.

Mas, no fim, a gente se dá conta que não está começando nada novo. É só a gente dando significados e trazendo novos motivos para continuar.

Porque é aí que o bicho pega: continuar.


O que a gente faz quando aquela empolgação do início acaba, quando ficamos cansadas e nos damos conta que continuar vai ser barra?

Os resultados dos nossos objetivos ousados só vêm depois de muito trabalho, depois da gente persistir na jornada e enfrentar alguns desafios...aquele famoso eita atrás de vishe.

Não são os primeiros passos que rendem resultados. Eles são sim fundamentais, pois nos colocam em movimento, mas é a constância que faz a diferença.

E a ironia é que nosso próprio cérebro sabota nossos planos...é ele quem busca por prazeres imediatos, é ele quem tenta, a qualquer custo, proteger do esforço “desnecessário”, dos riscos, mas a intenção é boa, juro...afinal, ele quer garantir nossa sobrevivência, quer nos preservar...assim como era quando vivíamos com muito pouco, sob risco de morte constante.


O desafio é mostrar que o esforço e risco valem a pena. Trazer pequenas satisfações e mais intencionalidade para nossa rotina e direcionar nossos recursos – como energia, tempo e foco - para aquilo que realmente gera resultado. E tá tudo bem errar e chegar num resultado diferente (acontece, viu?), porque também é válido lembrar do quanto a jornada te fortaleceu e o quanto você aprendeu.


A gente não tem certeza do que vai dar certo ou dar errado lá na frente, mas é certo que não é deixando de arriscar que as chances de sucesso aumentarão. Então, bora decidir uma direção e persistir tempo suficiente para começar a ter os resultados e então resolver recalcular a rota ou prosseguir.


Tá enfrentando esse desafio sozinha?


Tô realizando (no sentido de trazendo para a galera, mas também indo junto, porque também sou filha de deus...hehehe) o desafio do EmPrátika, que propõe uma jornada com mais estratégia, constância e boa companhia para chegarmos onde queremos, cada uma no seu rolê, respeitando cada realidade e intenções, mas trazendo ritmo para não perder aquela energia dos recomeços, sabe?


Vamu juntas?


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